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Casas XS | P3 | Uma casa burguesa com vida nova



Esta obra faz parte de um conjunto de três edifícios que foram reabilitados para o mesmo cliente. “Embora fosse claro de que o fim seria habitação, não havia à partida uma tipologia definida para cada edifício, dando-nos a liberdade de estudar a opção mais adequada a cada caso", lembram os arquitectos do gabinete Figueiredo+Pena. "Este edifício, apesar de pequeno, tinha tido na sua última ocupação uma loja uma passagem para o interior de quarteirão e, nos pisos superiores, dois apartamentos de áreas muito reduzidas. Pareceu-nos que, pela largura reduzida e pela hipótese de usufruto de um pequeno jardim, o mais digno seria a habitação unifamiliar, hipótese com que o cliente concordou.”

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Casas XS #13 | P3



Este mês partilho convosco a reabilitação de edifício localizado na Foz Velha do Porto, onde se fez a reconversão da totalidade do espaço em apartamentos para alojamento local, com tipologias T0, T1, T2.

Este projecto destaca-se pelo uso de “materiais e lógicas construtivas que estão praticamente extintas e que ganham nos dias de hoje um novo sentido, tornando-se patente no uso de elementos vegetais — vime, linho, madeiras — assim como no uso da argila e saibros locais, óleos, cera de abelha, em conjunto com toda a parafernália da tecnologia contemporânea de comunicação, energia, climatização, entre outros”.

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Casas XS #12 | P3



Ao gabinete Spaceworkers chegou um pedido: criar uma habitação num antigo escritório, recorrendo ao mínimo de elementos construídos possível, de forma a poder reverter totalmente a intervenção se algum dia fosse necessário. Além deste requisito, pretendia-se que o espaço fosse capaz de transmitir uma ideia de amplitude, apesar da sua dimensão reduzida.
“O processo criativo foi bastante fluído, pois sabíamos desde logo que teríamos de recorrer ao mobiliário para efectuar a divisão do espaço e os vãos da fachada indicavam já um caminho quanto à compartimentação funcional do mesmo. Foi no fundo organizar um layout funcional, tendo como pano de fundo as necessidades funcionais do dia-a-dia da casa”, explicam os arquitectos Henrique Marques e Rui Dinis, do gabinete Spaceworkers.

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Casas XS #11 | P3



A localização foi a inspiração. O resultado final o triunfo dos arquitectos Nuno Sousa e Hugo Ferreira.
Do ponto de vista criativo, o maior desafio destes arquitectos na concepção do Oh! Porto Apartments foi a falta de espaço. Ou seja, “conseguir ‘encaixar’ seis apartamentos e uma loja, com acessos independentes, equipamentos técnicos, entre outros, dentro de um perímetro tão condicionado". Isto levou-os "à experimentação com medidas minimamente confortáveis de habitação e consequente escala, no diálogo entre os espaços habitáveis e os espaços comuns". Por outro lado, ressalvam os autores, "a arquitectura parte da identificação e resolução de problemas" e nessa medida terão sido os "desafios" que "transformaram positivamente a proposta”.

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Casas XS #10 | P3




Perto da Igreja de Santo Ildefonso, no Porto, há um prédio que outrora pertenceu ao Barão de Nova Sintra. Hoje apresentamos uma das fracções desse prédio centenário.

“A BAAU foi contratada para reconfigurar a organização interior do espaço, revestimentos e detalhes", explica Bernardo Amaral, fundador do gabinete de arquitectura e urbanismo.

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Casas XS #09 | P3




O atelier GRAU.ZERO recebeu um pedido aparentemente simples: criar um espaço com muita luz. Contudo, não foi tarefa fácil, já que o espaço existente era exíguo, compartimentado e sombrio.

Para concretizar o projecto, houve o cuidado de “rever e adequar as estruturas de cobertura e restantes infra-estruturas", explica Sérgio Manuel Nobre: "Respeitando as pré-existências, fizemos um ajuste do layout ao que o cliente pretendia e definimos uma nova política de materiais e acabamentos, coordenada entre si, que permitiu criar uma imagem contemporânea”.

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Casas XS #08 | P3




Após uma remodelação profunda, este apartamento conquistou recentemente uma menção honrosa no prémio municipal de arquitectura de Odivelas.

Um dos requisitos apresentados ao atelier Miguel Marcelino foi conceber uma casa pensada para a proprietária e para os dois gatos (sendo necessário ter em conta parapeitos junto à janela, a caixa do gato, a resistência dos materiais, entre outros). Além disso, era fundamental que, além do quarto principal, houvesse um escritório ou quarto de visitas e que fosse feita uma intervenção especial no longo corredor de entrada na casa.

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Casas XS #07 | P3




Algures na Boavista, no Porto, há um apartamento com 40 metros quadrados que foi decorado recentemente com o objectivo de receber turistas. “Com um orçamento muito limitado, o cliente solicitou-nos uma decoração jovem, muito vibrante e com cor, e que incluíssemos elementos com frases motivacionais e optimistas, bem como sinais luminosos”, explicam Manuela Babo, designer de interiores, e Matilde Babo, arquitecta paisagista, da Tangerinas e Pêssegos.

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Casas XS #06 | P3



O gabinete A2OFFICE projectou a reabilitação de um edifício na Rua de São Victor, no Porto, constituído por quatro estúdios com áreas diferentes: um estúdio com 20m2; dois com 25m2 e um, no último piso, com 35m2.
O projecto, nomeado para Building of the year 2016 pelo site de arquitectura ArchDaily, foi desenvolvido para dois investidores que pretendiam que o prédio fosse optimizado ao máximo, no sentido do conforto e do aproveitamento do espaço.

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Casas XS #05 | P3



A história deste projecto começa com a aquisição de um apartamento, em Lisboa, com o objectivo de o arrendar a turistas. Para isso, o espaço precisava de profundas obras de remodelação, de modo a tornar-se um local prático e funcional. “Era importante ter uma sala que desse para converter em quarto, ter uma zona de refeições, um quarto com arrumação e uma casa de banho funcional", explica a arquitecta Tânia Martins, do atelier Homestories. "A nível decorativo queríamos algo que fizesse lembrar Lisboa e respirasse tranquilidade, onde desse vontade de estar e quase se pudesse conhecer a cidade sem sair de casa”, acrescenta.

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Casas XS #04 | P3



Quando Nuno Alves de Carvalho viu este espaço pela primeira vez, deparou-se com uma sala de 36 metros quadrados completamente vazia, sem referências, no terceiro e último piso de um prédio do século XIX, em obras de recuperação, no centro histórico do Porto.

Mas o programa para este espaço era ambicioso. “O cliente queria, com um orçamento reduzido, construir um apartamento completo onde fosse possível alojar quatro a cinco pessoas, com a maior privacidade possível”, explica o arquitecto.

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Casas XS #03 | P3



Neste apartamento há uma parede que percorre o espaço de uma fachada à outra e que é a base conceptual deste projecto. “Este volume atravessa e organiza as funções de cada espaço, como estante, armário, frigorífico, guarda-roupa ou conector de espaços, ligando-os natural e continuamente. Esta parede é um dos mecanismos que possibilitam uma maior iluminação do espaço, mais amplitude e ligações mais generosas entre eles. É um elemento simples, minimal, mas desenhado com detalhe.”

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Casas XS #02 | P3


Um “open space” com uma atmosfera cénica peculiar


No início da Rua de Cedofeita, no Porto, há um pequeno edifício que termina na Praça de Carlos Alberto. Aqui apresentamos a unidade mais alta desse edifício, recuperado pelo arquitecto Nuno Rodrigues, da Metrobox. A finalidade desta unidade de 50 metros quadrados era absorver um programa de habitação de uma pequena família, que pudesse abranger tanto turistas como residentes temporários, numa fórmula cosmopolita e informal.

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Casas XS #01 | P3

'Casas XS' é a minha nova rubrica sobre espaços pequenos, que poderão ler, quinzenalmente, às sextas, no P3. 



Para Inês Brandão, “o objectivo principal deste projecto era conseguir criar um apartamento que partilhasse as funções de habitação e de atelier de arquitectura". "Era essencial conseguir camuflar o lado habitacional durante o dia e criar um ambiente confortável durante a noite”, ressalva.

Outra grande preocupação desta arquitecta era a criação de muitos espaços de arrumação e, para isso, tirou partido do pé direito do apartamento (cerca de 3,30 metros). Assim, a ideia de criar uma espécie de mezanino no quarto surgiu de forma bastante natural. Sempre com o objectivo de ocultar o quarto, o desenho desta divisão teve diferentes fases.

“Comecei por desenhar a cama no 'piso' superior e os roupeiros e a secretária em baixo. Mas o facto de ter tido bastante tempo para pensar neste projecto foi essencial para amadurecer as ideias e chegar à conclusão de que poderia criar algo ainda mais funcional e diversificado”, revelou a arquitecta. Surgiu, assim, um espaço que divide as suas funções entre quarto, sala, escritório e closet. Um espaço que se vai transformando conforme as necessidades.

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